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10/10/2018

Um ano depois de liberada, rotatória da Telasul não registrou nenhum acidente grave

Completa um ano após sua liberação total, em 11 de outubro, a nova rotatória na intersecção da BR-470 com a RSC-453, entre Bento Gonçalves e Garibaldi, conhecido como o Trevo da Telasul. Além do investimento que melhorou o fluxo de veículos no local, a principal conquista da obra foi a redução em 100% dos acidentes com feridos ou mortos.
Conforme o comandante da Comandante da Corporação de Bombeiros Voluntários de Garibaldi, Jorge Moraes Castro, entre janeiro e setembro do ano passado haviam sido registrados 11 acidentes graves e quatro mortes no local. Já entre os meses de outubro de 2017 e 2018 houve apenas seis acidentes, somente com danos materiais.
Pelo local circulam aproximadamente 22 mil veículos por dia, sendo que o trecho ficou marcado pela grande quantidade de acidentes e de vítimas fatais. A CIC liderou um movimento que cobrava uma intervenção para amenizar as dificuldades de tráfego e oferecer mais segurança aos usuários da via. A união com as demais entidades empresariais da região, através da CICS Serra, e com as prefeituras, por meio da Amesne, impulsionou o movimento que solicitava investimentos no local.
“A redução de acidentes graves é fantástica pelas melhorias promovidas no trecho. A união de esforços garantiu o fortalecimento da reivindicação de todos. Foi essa liderança que proporcionou esse resultado. Não se passava muito tempo sem haver um acidente grave ou com morte no local e agora, nosúltimos 12 meses, não tivemos nenhum acidente grave”, salientou Castro.
A presidente da CIC, Alexandra Nicolini Brufatto, destaca que o trabalho de integração foi o que proporcionou este resultado “Muitas vezes ouvimos que uma intervenção no Trevo da Telasul nunca deixaria de ser um sonho. Agora, um ano depois de realizado, percebemos o quanto foi fundamental nunca ter desistido”, enfatizou.
O ex-presidente da CIC, César Ongaratto, diz que a reformulação do Trevo da Telasul, diante da sua importância para a serra gaúcha, sempre foi pauta das reuniões da CIC de Garibaldi enquanto esteve na presidência da entidade. “Eu já dizia que, se essa obra salvasse apenas uma vida, tudo teria valido a pena”, ressaltou.

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