A inovação é a mola propulsora da indústria brasileira, por isso ficar atento às tendências da manufatura em 2026 é um ponto-chave para manter-se atualizado no mercado e, dessa forma, atender as demandas com eficiência. Em sua maioria, as tendências da manufatura em 2026 tem a tecnologia como pilar para o seu funcionamento e como impulsionadora de inovações no setor. A interconexão de máquinas e processos reestrutura a produção, promove eficiência, redução de custos e maior qualidade nas entregas.
1. Maturidade da digitalização
O Índice de Produtividade Tecnológica (IPT) da Manufatura, da TOTVS, mostra uma evolução das empresas nos últimos 5 anos. Ainda assim, o estudo reforça que a automação, a interconectividade e o uso de tecnologias digitais no processo produtivo ainda têm muito espaço para avançar. A pressão competitiva deve tirar as empresas dos estágios iniciais da transformação digital.
2. Agentes autônomos de IA
Em meio a essa demanda por uma operação mais digitalizada, a inteligência artificial segue entre as tendências de manufatura para 2026, agora com foco nos agentes autônomos. A integração de agentes aos sistemas de gestão deve permitir a otimização de todo o processo produtivo em tempo real e de forma totalmente automatizada a partir de parâmetros pré-estabelecidos.
3. E-commerce B2B e D2C
Outra tendência que marcou presença no setor nos últimos anos e deve ganhar ainda mais força no próximo ano é a presença da indústria no e-commerce. A expectativa é a consolidação do e-commerce B2B (business to business) e D2C (direct to consumer), que permitem a oferta de experiências de compra mais fluídas e personalizadas. Para a indústria, isso significa não apenas um novo canal de vendas, mas uma fonte de dados sobre o comportamento do cliente na ponta, permitindo uma previsão de demanda mais precisa e uma produção mais alinhada às necessidades do mercado.
4. Reforma Tributária
As tendências para 2026 também devem ser marcadas pelas mudanças trazidas com a Reforma Tributária. A grande virada de chave para a manufatura será entender que a gestão tributária não se limita mais às suas próprias operações. Será mandatório ter uma visão completa e sistêmica da cadeia de suprimentos, garantindo que todos os seus fornecedores também estejam em conformidade. Mais uma vez, a tecnologia aparece como aliada para as indústrias.
5. Agenda ESG
A agenda ESG não é exatamente uma novidade para o setor industrial, mas a tendência é que ela se torne cada vez mais parte dos processos diários das empresas, de forma mensurável e auditável. Neste cenário, ferramentas que permitem a gestão de indicadores ESG devem ganhar cada vez mais espaço, ajudando desde o cálculo da pegada de carbono até o monitoramento de práticas de diversidade e inclusão.
Fonte: TOTVS