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09/09/2018

O empresário não pode perder a clareza de seus limites

A busca pelo conhecimento, por informações, por ferramentas que ajudem a produzir mais ou por meios que ampliem os mercados e as vendas, tem deixado muitos empreendedores reféns de uma engrenagem que os levam a entrar em uma ciranda de pressão permanente.
A instabilidade e as incertezas da economia nacional fizeram com que muitas empresas perdessem o controle sobre seus destinos que, até há pouco tempo estavam em pleno crescimento.
Também é frequente ouvirmos relatos de dificuldades para entender o novo perfil de consumidor, equilibrar as relações entre colaboradores de gerações distintas ou ainda, encontrar o melhor perfil de lideranças.
Estes desafios que caminham em paralelo à imposição das planilhas, cronogramas e necessidade de gerar resultados positivos, criam um estado de conflito entre a vida pessoal e profissional dos dirigentes e empreendedores.
Isso, sem contar os já tradicionais problemas com tributação, legislação burocrática, falta de infraestrutura e apoio ao setor produtivo.
Neste sentido, é fundamental estabelecer um autocontrole que possibilite a administração do tempo, a gestão de pessoas e a definição de um planejamento estratégico.
O empresário não pode perder a clareza de seus limites. Isso vai fazer com que ele consiga definir com clareza os planos da empresa, sem perder de vista os demais contextos pessoais, sejam eles familiares, sociais, financeiros ou espirituais.
Compreender a importância deste processo pode parecer, em um primeiro momento, mais difícil, principalmente pela concepção de que possa transparecer fraqueza.
Por outro lado, deve ser encarado como uma oportunidade de melhorar o clima organizacional, relacionamentos entre equipes, reduzir a perda de talentos, desenvolver os colaboradores, melhorar a comunicação e estabelecer uma cultura na empresa.
Muitas vezes o ser humano deve despir-se da capa de dirigente em tempo integral. O autoconhecimento leva a uma melhor performance como líder de equipe, a superar medos, a criar a capacidade de motivar a equipe, a gerenciar conflitos e a conquistar uma melhor qualidade de vida.
Alexandra Nicolini Brufatto
Presidente da CIC

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