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08/16/2018

Não se pode perder a noção de empatia para renovar o futuro

O mundo contemporâneo vive incontáveis crises, sejam elas financeiras, morais, econômicas, políticas, éticas e de relacionamento, entre outras.
Talvez todas elas possam ter uma única origem: a falta de empatia. Um sentimento que deveria crescer entre as comunidades, muitas vezes parece esquecido.
A capacidade de se colocar no lugar do outro, enxergar o mundo pela sua perspectiva e compartilhar sensações funciona em todas as relações interpessoais, inclusive nos contatos com os clientes.
No associativismo, a empatia é a mola que impulsiona ações coletivas, independentemente do seu resultado ser vantajoso para todos a cada momento.
Em uma era em que a velocidade das transformações é muito maior do que a nossa capacidade humana de acompanhar e em que as relações interpessoais deixaram de serem realizadas das maneiras tradicionais, esforçar-se para entender o outro, assim como dedicar parte de seu tempo para um propósito tem se restringido cada vez mais.
Nem sempre estaremos prontos para entender o comportamento do outro. Mas, como as empresas são organizações feitas de pessoas para pessoas, a empatia deve ser colocada em prática para melhorar o relacionamento entre funcionários e, principalmente, com consumidores.
Com os hábitos dos consumidores em constante metamorfose, as empresas também começam a sentir a necessidade de mudanças, que devem proporcionar, além de produtos e serviços, propostas de valor que promovam o ser humano nas esferas emocional, mental e espiritual.
Todos os dias devemos nos alimentar de coisas positivas. Mas, também, todos os dias devemos nutrir as pessoas que nos cercam com iniciativas que respeitam a individualidade das pessoas, incentivem a colaboração e fortaleçam os laços comunitários que as unem.
Não é apenas de números que uma empresa vive. Aliás, eles são o resultado da ação de todas as pessoas da organização, como uma corrente.
A propósito, entre todas as crises atuais, não se pode perder a noção dos valores humanos como fator incontestável para que possamos enxergar um amanhã promissor e mais confiante.
Alexandra Nicolini Brufatto
Presidente da CIC

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