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11/21/2019

Especialistas dizem na CIC que engajamento, pesquisa e processos simples definem o novo varejo

“Para inovar é preciso rever processos internos. Tudo precisa ter menos burocracia, tenha mais agilidade e seja mais descomplicado”. Este foi um dos conselhos deixados pela publicitária, Grasiela Pontin, durante a terceira edição do CIConecte.
A iniciativa, organizada pelo Comitê de Comunicação e Marketing da CIC, foi realizada na manhã de quinta-feira, 21 de novembro, e também reuniu o Mestre em Administração com foco em comportamento do consumidor, Ricardo Reche, e o gerente de marketing e turismo na Cooperativa Vinícola Garibaldi, Maiquel Vignatti.
Na ocasião, eles falaram sobre transformação digital no varejo atual, integração de canais para a experiência do consumidor e propósito do marketing digital e a jornada do cliente.
Com exemplos práticos, refletiram sobre experiência de consumo e o novo varejo. Com a experiência de 20 anos na Tramontina, tendo participado diretamente na construção da marca da empresa para o varejo – T Store -, Grasiela enfatizou que, apesar de todas as opções digitais, o consumidor ainda depende de contato com o produto e vendedor.
“Não inventem tecnologias que gerem custo. Ninguém tem dinheiro para rasgar. É preciso entender os processos. Dados são mais importantes que opiniões. Para inovar é preciso rever processos internos. Tudo precisa ter menos burocracia. Tenha mais agilidade e descomplique. Inovar é simplificar. Muitas vezes é aplicar obviedades”, resumiu.
Por sua vez, Reche destacou a importância das pesquisas de comportamento e experiência dos consumidores e desempenho do varejo. “Muita gente não faz pesquisa com medo do resultado”.
Coordenador dos cursos de Administração e Gestão Comercial da Fisul, ele falou sobre a integração de canais, salientando que a operação em “Omnichannel” gera aumento de vendas através dos canais, com maior eficiência operacional, melhor experiência do cliente, fidelidade e confiança.
“Entre os desafios para o novo varejo estão o equilíbrio entre o comércio digital e o ponto de venda físico, a adaptação de espaços de varejo excedentes, a personalização da experiência, o gerenciamento de inventário total, a mentalidade organizacional e habilidades humanas, além da garantia das informações e dados com privacidade e segurança”.
Pós graduado em Marketing e Negócios do Vinho, Maiquel Vignatti, disse que ‘engajamento’ é a palavra que define o marketing digital e tem o poder até de alterar a cultura de uma sociedade.
Para ele, nenhuma estratégia de marketing supera a importância do propósito da empresa. “É através do propósito que pode-se organizar um planejamento que envolva todos os objetos que se envolvem com uma estratégia digital”, definiu.

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