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03/29/2022

Diretoria do Comércio da CIC aponta preocupações e alternativas para desenvolvimento do setor

A preocupação com o retorno da inflação está deixando alguns setores comerciais em alerta. O aumento dos custos de produtos de primeira necessidade e a diminuição do poder de compra do consumidor está afetando os indicadores de vendas do varejo.
O tema foi debatido durante reunião da diretoria de Comércio da CIC, realizada na terça-feira, 29 de março. Outro tema que também preocupa o setor é o comércio ilegal, inclusive com crescentes denúncias de  informalidade.
O presidente da CDL e vice-presidente do Comércio da CIC, Tiago Furlanetto, destacou que há uma clara queda nas vendas em geral, mas as expectativas para o ano são otimistas. “Tanto a CIC como a CDL desenvolvem ações de incentivo às compras em Garibaldi e percebemos bons resultados nessas iniciativas”, salientou.
Para o ex-presidente da CDL e proprietário da Ponto Moderno, Carlos Adriano Morari, a população garibaldense apoia os estabelecimentos locais e isso é um ponto positivo que deve ser ainda mais estimulado.
O presidente da Cooperativa Cairú diz que o consumidor está procurando produtos mais baratos, não se importando mais com marcas de referência. Para ele, o encarecimento do custo de vida pode chegar a interferir no volume de vendas de produtos básicos. “A união do comércio local é um dos pilares que mantém a força do setor. Mais do que crescer, este é o momento do varejo se fortalecer com foco na estabilidade”, complementou.
Alex Ghilardi, da Spasso Calçados e Confecções, concorda e diz que houve uma aceleração de um processo que iria evoluir de forma muito mais lenta. “Quem está à frente de um negócio precisa inovar com mais agilidade e ouvir com muito mais atenção para entender as necessidades e atrair os consumidores”.
Para Felipe Locatelli, do Supermercado São Lucas, uma das influências da pandemia será a mudança de hábitos e tradições do consumidor. “As vendas por meios on-line ajudaram muito no período da pandemia, mas ainda não substituem a experiência de provar um calçado de verdade”, complementa Rogério Ghilardi, da Parada Obrigatória.
Vânio Guarnieri, da Zats, disse que 2021 foi excelente para o setor de materiais de construção, porém, a escassez de mão de obra e o aumento dos custos da área de serviços podem frear o crescimento nas vendas.

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