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12/05/2018

Como o tempo não para, é crucial ter a capacidade de se reinventar

Todos nós temos a impressão que o tempo está passando rápido demais, que os dias já não são mais suficientes para dar conta de tantas tarefas e que, em um piscar de olhos, lá se foi mais um ano.
Provavelmente essa sensação não seja apenas uma “impressão”, em que pese o tempo cronológico se mantenha inalterado, com todos tendo as mesmas 24 horas diárias, sete dias da semana, 365 dias em um ano.
As exigências a que os empreendedores são submetidos, o interminável furacão de informações que nos atropela todos os dias, a velocidade com que as mudanças têm ocorrido são apenas alguns dos motivos que fazem com que o dia já não tenha mais a mesma duração.
Não é raro a lista de afazeres no final de uma jornada ser até maior do que a original, mesmo depois de tanto trabalho. Mas nesse turbilhão ainda é preciso manter o equilíbrio, por mais irônico que possa parecer. O final do ano se aproxima e, ainda há muitos desafios a serem enfrentados até a virada do ano.
Mas basta refletir um pouco, dar uma parada nessa agitação toda, para podermos perceber o quanto já fizemos e o quanto avançamos em 2018. Como o tempo não para, é fundamental dar significado às conquistas, repensar os projetos que não saíram do chão e, principalmente, ter a capacidade de se reinventar.
A CIC tem conjugado estes fatores e buscado, através da interação com as empresas associadas, inovar e oferecer ações que possam se aproximar dos anseios daqueles que representam o setor produtivo garibaldense.
Seja no oferecimento de melhores serviços e produtos, na realização de eventos que facilitem a integração e troca de conhecimento e de iniciativas que promovam a qualificação nas áreas mais latentes da atualidade, a entidade trabalha intensamente em todas as etapas.
Os planos para 2019 já estão sendo ajustados e, entre todos, o de maior importância serão aqueles que fortalecerem os laços de associativismo e a importância do entendimento coletivo.
Se o tempo voa, precisamos estar preparados para usá-lo a nosso favor. Buscando manter nossas ações, sem onerar desproporcionalmente os associados, nossas contribuições serão ajustadas, na média, em 5%, acompanhando os índices de inflação.
Alexandra Nicolini Brufatto
Presidente da CIC

 

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